Entenda a Glosa 1207 no Padrão TISS/ANS
O código TUSS informado na guia de cobrança não corresponde ao código que foi autorizado previamente pela operadora na senha emitida.
Glosa integral do procedimento cobrado por divergência de código TUSS.
O código TUSS informado na guia de cobrança não corresponde ao código que foi autorizado previamente pela operadora na senha emitida.
O código TUSS informado na guia de cobrança não corresponde ao código que foi autorizado previamente pela operadora na senha emitida.
Os motivos mais frequentes identificados pelas auditorias dos convênios para aplicar o código 1207 incluem:
Siga este roteiro operacional padronizado para protocolar a contestação no portal da operadora:
Marque os itens reunidos antes de enviar o recurso (salvo automaticamente):
ILUSTRÍSSIMO AUDITOR MÉDICO / DEPARTAMENTO DE RECURSO DE GLOSAS OPERADORA DE SAÚDE: [NOME_DA_OPERADORA] PRESTADOR: [NOME_DO_HOSPITAL_OU_CLINICA] | CNES: [NUMERO_CNES] | CÓDIGO PRESTADOR: [COD_PRESTADOR] ASSUNTO: RECURSO ADMINISTRATIVO DE GLOSA – CÓDIGO TISS 1207 (PROCEDIMENTO EXECUTADO DIVERGENTE DO AUTORIZADO) PROTOCOLO / LOTE GLOSADO: [NUMERO_LOTE_OU_PROTOCOLO] GUIA TISS N.º: [NUMERO_DA_GUIA_TISS] BENEFICIÁRIO: [NOME_DO_PACIENTE] | CARTEIRINHA N.º: [NUMERO_CARTEIRINHA] DATA DO ATENDIMENTO: [DD/MM/AAAA] | VALOR RECORRIDO: R$ [VALOR_EM_REAIS] Prezados Senhores, Vimos por meio deste interpor RECURSO DE GLOSA referente ao item supracitado, objeto da glosa sob o código TISS 1207 (PROCEDIMENTO EXECUTADO DIVERGENTE DO AUTORIZADO), fundamentando-se nos seguintes fatos e disposições normativas: 1. DO ATENDIMENTO E REGULARIDADE TÉCNICA: O procedimento/atendimento foi devidamente realizado em estrita consonância com a boa prática médica, indicação clínica comprovada e em conformidade com as Diretrizes de Utilização (DUT) e Padrão TISS da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). 2. DA JUSTIFICATIVA FÁTICA E COMPROVAÇÃO: Em análise ao motivo apontado pela auditoria, esclarecemos que: - O atendimento cumpriu integralmente os critérios de elegibilidade, autorização prévia e execução documental exigidos na data do evento. - Os documentos comprobatórios anexos (prontuário, espelho de elegibilidade/token, laudos de exames, folhas de sala e prescrição) atestam a inequívoca pertinência e prestação do serviço. - Observação técnica específica: Quando a cirurgia mudar de código no centro cirúrgico, o faturista deve solicitar imediatamente a descrição cirúrgica com o motivo da conversão antes de fechar o lote. 3. DOS DOCUMENTOS ANEXOS A ESTE RECURSO: a) Cópia da Guia TISS original com autorização/assinatura; b) Comprovante de validação de elegibilidade e token biométrico na data do atendimento; c) Espelho do prontuário médico e notas de auditoria do prestador; d) Documentação de suporte em conformidade com a RN n.º 395/438 da ANS. Diante do exposto, requer-se o ACATAMENTO INTEGRAL deste recurso e a consequente liberação do pagamento no próximo demonstrativo de retorno. Nestes termos, Pede deferimento. [CIDADE - UF], [DATA_ATUAL] ___________________________________________________ [NOME_DO_FATURISTA_OU_AUDITOR] Setor de Faturamento e Auditoria Médica - [NOME_DA_INSTITUICAO] Contato: [EMAIL_CONTATO] | [TELEFONE_CONTATO]
Quando a cirurgia mudar de código no centro cirúrgico, o faturista deve solicitar imediatamente a descrição cirúrgica com o motivo da conversão antes de fechar o lote.
Não pode negar o pagamento da cirurgia aberta quando há justificativa médica de segurança do paciente devidamente relatada.
Sim. Os sistemas de auditoria eletrônica das operadoras glosam automaticamente por divergência exata de código, independente do valor.